Escândalo na CBC?
A Confederação Brasileira de Ciclismo, representada por José Luiz Vasconcellos, está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O mandatário teria parentes atuando nas transações financeiras da entidade.
Supostos contratos irregulares e desvio de verbas fizeram com que a ministra do órgão superior, Ana Arraes, suspende-se o contrato da Confederação com a empresa londrinense Selleto, que promoveu a compra de 220 bicicletas, num valor total de R$ 492,5 mil – verba de uma parceira com o Ministério do Esporte. No entanto, a transação teria sido realizada com uma estratégia de favorecimento.
Numa suposta disputa entre empresas para a compra de bicicletas, três empresas, todas com ligação ao nome de Vasconcellos. Uma das empresas pertence ao irmão do dirigente, enquanto na outra, o sócio foi outro irmão. Por fim, a 3ª e última empresa é de Jefferson Marconatto, sócio da irmã do mandatário.
“Isso é fraude. Toda vez que se gere recursos públicos, a entidade gerenciadora está submetida a regras: ao princípio da moralidade, em que não se pode contratar um parente; e tem de abrir a licitação a todos, para atender ao princípio da publicidade. Nem se exige que cumpram integralmente a Lei das Licitações, a Lei 8.666/1993, mas têm de cumprir esses princípios maiores”, afirmou o secretário do TCU no Paraná, Luiz Gustavo Gomes Andriolli, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.
Vasconcellos negou qualquer tipo de influência para parentes, mas admite (assim como Marconatto) a possibilidade de reembolsar R$ 246,25 mil (50% do total), pago como adiantamento pela compra das bicicletas.
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fonte prologo.
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